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Homeopatia Veterinária. Você conhece?

A homeopatia veterinária é uma transposição da homeopatia humana para que possa servir aos animais.

Todavia, é importante lembrar que qualquer que seja o direcionamento da medicina homeopática, o princípio dessa terapêutica é tratar semelhante pelo semelhante e compreender o paciente como um todo em busca de harmonia e equilíbrio.

Dessa forma, determinadas enfermidades podem ser curadas por substâncias que causam os mesmo sintomas da doença. Em outras palavras, o que é prejudicial para um ser saudável, pode curar outro ser enfermo.

A aceitação da homeopatia veterinária

Quando o assunto é homeopatia para animais, muito preconceito ainda impera e a desinformação atrapalha a popularização dessa prática terapêutica.

Há algum tempo, muitos animais com problemas dermatológicos, por exemplo, tinham a saúde debilitada pelo uso prolongado de medicações que causavam sérios efeitos colaterais.

Hoje em dia, quando os tutores conhecem os medicamentos homeopáticos disponíveis para seus pets e acompanham os resultados positivos, a adesão é certa e permanente.

Homeopatia para animais de grande porte

Muitas pessoas perguntam se a homeopatia funciona em animais de grande porte e a resposta é sim.

Com o crescimento exponencial da produção agropecuária orgânica, a homeopatia veterinária ganha cada vez mais espaço.

Afinal, esse modelo produtivo preza pela pureza das propriedades dos alimentos de origem vegetal e animal e esse objetivo é alcançado sem o uso de químicas artificiais e seus resíduos.

Para tanto, entre as principais exigências dessa cadeia produtiva, está a demanda de que todos os animais sejam tratados com homeopatia, a fim de evitar parasitas e demais doenças. 

Além dessas vantagens, a homeopatia garante o estímulo ao sistema imunológico e a busca pelo equilíbrio homeostático que proporcionam melhoras na qualidade de vida dos animais.

É fundamental que a prescrição dos medicamentos homeopáticos seja feita por um médico veterinário homeopata, pois além dos sintomas apresentados, ele irá se basear em todo histórico do animal para indicar os remédios adequados.

Não é necessário que o animal esteja doente para realizar tratamentos homeopáticos. Essa modalidade terapêutica serve também como terapia preventiva.

A homeopatia veterinária é indicada para tratar doenças:

  • Articulares;
  • Alérgicas;
  • Agudas e crônicas;
  • Circulatórias;
  • Cardíacas;
  • Dermatológicas;
  • Pulmonares;
  • Insuficiências renais;
  • Traumatismos;
  • Alterações metabólicas e comportamentais.

A homeopatia veterinária também é indicada como tratamento complementar em casos oncológicos.

Aqui na Injectcenter você encontra medicamentos homeopáticos injetáveis elaborados especialmente para os cuidados com os animais.

Entre em contato com a gente para mais informações.

A homeopatia pode fortalecer sua imunidade

A imunidade consiste nos meios de defesa que nosso organismo dispõe para evitar que fiquemos doentes.

O sistema imune funciona pela ação de células especializadas e também pela produção de anticorpos (proteínas que o organismo fabrica quando detecta a presença de antígenos).

É por intermédio da imunidade que nosso corpo mantém seu bom funcionamento e equilíbrio homeostático.

Nesses tempos de pandemia, cada vez mais pessoas têm se mostrado preocupadas em garantir que seu sistema imunológico esteja forte e preparado. É aí que a homeopatia pode nos ajudar.

Claro que não existe nenhum medicamento, fórmula ou suplemento que evite o contágio pelo coronavírus. Todavia, um sistema imunológico fortalecido é um importante aliado nessa batalha.

Baixa imunidade e homeopatia

Geralmente a baixa imunidade é causada por doenças, má alimentação e uso de determinados medicamentos.

O primeiro passo para melhorar tais situações é entender a causa da baixa imunidade e, a partir daí, fornecer meios para o organismo restabelecer seu equilíbrio.

Ao consultar com um médico homeopata é possível identificar os agentes causadores da deficiência imunológica e, com ajuda de uma análise profunda e pesquisa assertiva sobre as particularidades do paciente, indicar a melhor forma de tratamento e os medicamentos homeopáticos ideais para cada caso.

É fundamental aliar o uso de homeopatia com uma rotina adequada de exercícios físicos e alimentação balanceada, de preferência repleta de verduras, legumes e frutas frescos e orgânicos.

A função dos medicamentos homeopáticos

Enfermidades são, basicamente, uma desordem e perturbação da energia vital que percorre todo nosso corpo.

Portanto, os medicamentos homeopáticos funcionam como um agente catalisador para promover o retorno da harmonia e equilíbrio da nossa vitalidade. Sua função também é a de ajudar o organismo a se fortalecer para resistir às doenças. Por isso, a homeopatia é tão importante para a imunidade.

Para saber mais sobre o funcionamento dos medicamentos homeopáticos, clique aqui.

Lembre-se sempre de consultar um profissional da saúde de sua confiança e nunca se automedique.

5 dicas para aliviar os sintomas da sinusite

A sinusite é um processo inflamatório que afeta os seios paranasais (ossos ao redor dos olhos, maçãs do rosto e testa).

Além do uso de medicamentos homeopáticos para o alívio dos sintomas da sinusite, existem alguns hábitos e dicas que podem ser muito úteis também.

Abaixo você irá encontrar 5 dicas para amenizar os desconfortos dessa doença. Confira:

1 – Foco na hidratação

O tempo seco e a desidratação são fatores de complicação para a sinusite.

Por isso, beba bastante água para manter as mucosas úmidas e todo o organismo hidratado funcionando bem.

2 – Cuidado com o ar-condicionado

Esse dispositivo que nos traz tanto conforto pode ser um vilão para quem sofre com crises de sinusite. Afinal, ele faz com que a umidade do ambiente diminua.

Evite usar o ar-condicionado, especialmente se a inflamação já estiver instalada.

3 – Toalhas molhadas irão te ajudar

Essa dica é muito boa para aumentar a umidade dos ambientes e evitar o ressecamento das vias respiratórias.

Coloque toalhas molhadas nas janelas dos quartos e bacias com água próximas à cama. Faça isso com frequência que você perceberá os bons resultados.

4 – Cigarro? Nem pensar!

Inalar a fumaça do cigarro aumenta de forma exponencial a irritação dos seios paranasais, o que leva ao acúmulo de secreções.

Se você é fumante ou convive com alguém que fuma, pare de fumar e evite permanecer no mesmo ambiente em que há pessoas fumando.

5 – Tchau, poeira.

Atenção redobrada com a poeira em casa. Limpe bem todos os cômodos e móveis, principalmente os que estão perto da cama.

O aspirador de pó é o mais indicado para efetuar a limpeza, pois a poeira fina levantada pela vassoura pode irritar as mucosas.

Esperamos que essas dicas sejam úteis para você. Lembre-se sempre de visitar um médico em caso de dúvidas e nunca se automedique.

O que são os florais de Bach?

Os florais de Bach foram criados entre os anos 20 e 30 do século XX pelo médico inglês Edward Bach. 

Em suas pesquisas como patologista, ele sentia grande insatisfação ao perceber como a prática médica da época focava apenas no tratamento das doenças, sem buscar a cura do indivíduo em sua totalidade.

No intuito de contribuir com melhorias sobre o entendimento das doenças e os métodos terapêuticos disponíveis, Bach passou a trabalhar embasado em uma visão holística que priorizava o tratamento integral do paciente e não somente os sintomas.

Dessa forma, o médico desenvolveu uma alternativa terapêutica com o uso de essências florais medicinais capazes de restituírem o equilíbrio entre corpo e mente de seus pacientes.

Edward Bach dedicou-se por quase duas décadas à análise e estudo de ervas e plantas e, finalmente, definiu um sistema de 38 essências florais, que foram batizados mais tarde em sua homenagem: Florais de Bach.

Como resultado de sua pesquisa o médico e cientista deixa evidente seu entendimento de que o bem-estar emocional é componente fundamental para a saúde geral do organismo e como a personalidade e as atitudes das pessoas afetam sua vitalidade e desencadeiam diferentes tipos de doenças.

Os estudos de Bach também levaram-no a concluir que a abordagem terapêutica precisa ser individualizada, pois ele percebeu em suas investigações que diferentes organismos afetados pelas mesmas enfermidades reagiam de forma distinta a tratamentos iguais.

É interessante ressaltar que Edward Bach surpreendeu-se ao constatar que Samuel Hahnemann, o pai da homeopatia, já havia destacado 150 anos atrás a importância da personalidade do paciente para o desenvolvimento de determinadas doenças e seus respectivos tratamentos.

Como funcionam os florais de Bach

A terapia feita com florais de Bach baseia-se na utilização de 38 tipos de essências completamente naturais e sem nenhuma contraindicação.

Essas extrações essenciais de diferentes plantas auxiliam as pessoas a reconhecerem, aceitarem e trabalharem suas emoções de melhor forma para que sua saúde física e mental não fiquem em desequilíbrio.

Portanto, quando o indivíduo é acometido pelo medo, é necessário que trabalhe a coragem; no caso de uma pessoa que vive sob constante estresse, o indicado é que ela desenvolva as habilidades emocionais necessárias para relaxar corpo e mente.

Restabelecer o equilíbrio emocional dos pacientes para que sua saúde melhore é o principal objetivo da terapia floral.

Os 38 florais de Bach são divididos em 7 categorias de acordo com o grupo de sentimentos que representam: 

  • Medo;
  • Insegurança;
  • Perda de interesse;
  • Solidão;
  • Sensibilidade aumentada;
  • Desesperança;
  • Preocupação.

Dentro de cada categoria há diferentes tipos de essências indicadas para situações e sentimentos específicos. 

Diferentes questões ou acontecimentos podem causar alterações e desequilíbrios emocionais distintos, o que às vezes faz com que sejam receitados mais de um floral para determinados tratamentos.

Por isso, é fundamental consultar um terapeuta floral especializado antes de iniciar o uso das essências e ter em mente que os florais devem ser utilizados como complementos aos métodos terapêuticos tradicionais. Seguir as orientações dos profissionais de saúde é imprescindível.

Homeopatia para Gastrite: tratamento individualizado

Neste artigo iremos explicar sobre a importância do tratamento personalizado quando utilizamos a homeopatia para gastrite. Confira!

A gastrite caracteriza-se pela inflamação aguda ou crônica da mucosa estomacal e pode ter diferentes causas, que vão desde a alimentação até ansiedade e estresse.

Quando buscamos tratar a gastrite com homeopatia, precisamos ter em mente que não é a doença propriamente dita que será tratada, mas o indivíduo em desequilíbrio homeostático que desenvolveu uma gastrite.

É interessante reparar como o estômago muitas reage a diferentes tipos de emoções. Expressões como “frio na barriga” e “nó no estômago” dizem muito sobre essa correlação e o potencial de somatização que o órgão apresenta.

Sendo assim, excesso de trabalho, falta de lazer, preocupações, hábitos alimentares inadequados e até mesmo rancores podem desencadear dores no estômago. Buscar padrões comportamentais que possam ser associados aos episódios de crise é tarefa primordial durante a anamnese feita pelo homeopata.

A investigação da medicina homeopática busca compreender o que fez o paciente adoecer e a consulta é muito importante para o êxito do processo de cura.

É necessário modalizar a enfermidade, ou seja, enxergar traços personalizados pelos quais a doença se manifesta em determinado indivíduo. 

O objetivo é entender, a partir das queixas e sintomas, qual é a origem – ou origens – das crises de gastrite de cada paciente. O que ele sente? Qual é o tipo de dor? Há fatores que amenizam as crises e outros que pioram?

As possíveis causas para problemas gástricos são diversas e, justamente por isso, as alternativas de tratamento são muitas, porém, individualizadas.

Procure sempre um profissional de sua confiança para tirar todas as suas dúvidas.

Homeopatia para Menopausa: alívio dos sintomas

Neste artigo iremos explicar como a homeopatia para menopausa pode ajudar as mulheres que estão passando por essa fase.

Menopausa é a última menstruação da vida de uma mulher. Ocorre, geralmente, entre os 45 e 55 anos durante o climatério e marca o final da fase reprodutiva da pessoa.

Climatério é o nome dado ao período de transição entre a idade reprodutiva e a pós-menopausa, quando uma série de mudanças hormonais acontecem, causando diferentes sintomas e incômodos que a homeopatia pode ajudar a amenizar.

Os sintomas do início do climatério parecem com aqueles típicos da TPM, porém às vezes mais intensos e duradouros. Ondas de calor, vertigens, transpiração e suores noturnos também podem ocorrer.

A homeopatia pode ser usada para aliviar as dores de cabeça, inchaço nas mamas e no corpo. Também pode ser eficaz contra as alterações de humor, como irritação, tristeza profunda e nervosismo.

Uma pesquisa realizada em 2014, demonstrou que a homeopatia pode, inclusive, melhorar os fogachos, fadiga e ansiedade característicos do climatério, sendo eficaz na melhoria da qualidade de vida das pacientes.

O Tratamento Homeopático para Menopausa

É importante ressaltar que o climatério e a menopausa não são enfermidades, e sim, uma fase crucial no amadurecimento feminino.

Por isso, o uso da homeopatia é bastante indicado para tratar os sintomas apresentados em cada etapa desse período.

Compreender os mecanismos dessa alteração hormonal é muito importante para as mulheres, pois dessa forma serão capazes de contribuir com informações valiosas para que o médico homeopata possa realizar indicações assertivas de medicamentos.

Vale ressaltar que a prescrição de fórmulas homeopáticas para alívio dos sintomas do climatério e menopausa precisam levar em conta diferentes fatores, como tipo, duração e intensidade dos sintomas.

Algumas pacientes podem ser mais sensíveis aos sintomas físicos, enquanto outras tendem a apresentar mais dificuldade em lidar com as alterações emocionais, por exemplo, e tudo isso precisa ser levado em consideração durante a consulta.

Cada paciente é única, com necessidades próprias e particularidades. Por isso, também no caso da menopausa e do climatério, a homeopatia segue seu preceito fundamental de tratar o indivíduo em sua totalidade.

Caso esteja passando pelas dificuldades do climatério e da menopausa, procure médicos homeopatas especializados e que sejam de sua confiança. Nunca faça uso da automedicação.

Lembre-se: a saúde é nosso maior bem.

A homeopatia pode ajudar a parar de fumar?

Neste artigo iremos tratar sobre a homeopatia como aliada das pessoas que querem parar de fumar. Confira!

Abandonar o tabagismo não é tarefa fácil, principalmente por causa dos sintomas da abstinência. 

Eles acontecem porque a nicotina e outras substâncias tóxicas presentes no cigarro causam dependência química. Como resultado, é normal que pessoas que estejam tentando parar de fumar fiquem ansiosas, irritadas e, até mesmo, agressivas.

É exatamente no tratamento desses sintomas que a homeopatia pode ajudar.

Ainda que esse hábito traga uma sensação de bem-estar para os tabagistas, não é novidade para ninguém que o cigarro faz mal à saúde. Entre seus componentes estão substâncias cancerígenas e aterogênicas (que prejudicam o sistema cardiovascular).

Sendo assim, fumar é um fator de risco para câncer de boca, pulmão, laringe, mama, bexiga, entre outros. Fumantes também têm maiores chances de sofrer infarto do miocárdio, acidente vascular cerebral e outros tipos de complicações.

Qual a melhor homeopatia para parar de fumar?

Segundo a literatura homeopática existem alguns medicamentos que podem realmente ajudar quem deseja parar de fumar, como Nux vomica, Lobelia inflata, Gelsemium Caladium e Plantago.

Porém, a escolha da homeopatia ideal para auxiliar alguém a abandonar o tabagismo vai depender das particularidades do indivíduo em questão. Quais sintomas de abstinência ele apresenta? Quais padrões comportamentais estão ligados ao vício? Quais são seus traumas e vivências?

Dessa forma, somente um médico homeopata é capaz de indicar o medicamento adequado para cada caso. Nunca se automedique. 

Caso você queira parar de fumar busque ajuda de profissionais capacitados. 

A Injectcenter está sempre à sua disposição. 

Homeopatia: Mitos e Verdades

No texto de hoje iremos explicar alguns mitos e verdades sobre as perguntas que geralmente são feitas quando o assunto é homeopatia. Confira!

A homeopatia não tem comprovação científica?

Mito. A homeopatia é fundamentada em dados clínicos cientificamente comprovados. Ao longo de todos esses anos, desde sua criação, os medicamentos homeopáticos foram submetidos a testes e estudos que comprovam sua eficácia em diversas indicações.

Para mais informações, você pode consultar o artigo a seguir: https://amhb.org.br/evidencias-cientificas-em-homeopatia-2/

Medicamentos homeopáticos agem lentamente e não podem ser usados nos casos de doenças agudas, como tosse, resfriado ou diarreia.

Mito. Os medicamentos homeopáticos têm ação rápida em casos agudos e podem ser bastante efetivos no tratamento de diversas infecções. 

O que acontece, muitas vezes, é que os pacientes procuram médicos homeopatas quando o problema tornou-se crônico. Logo, o tratamento desses casos necessitam de mais tempo para a cura da enfermidade.

Os medicamentos homeopáticos realmente não têm efeitos colaterais?

Verdade. Isso se explica pelo fato desses remédios serem produzidos a partir de substâncias orgânicas, de origem vegetal, mineral e animal.

A homeopatia não pode ser utilizada por pacientes diabéticos.

Mito. O paciente pode utilizar a forma líquida do remédio e diluir suas gotas em água ou leite, por exemplo.

Homeopatas são charlatões sem formação médica. 

Mito. A homeopatia é praticada por médicos qualificados e, inclusive, ela consta como disciplina na grade curricular de alguns cursos de medicina.

Diversas instituições mundo afora oferecem graduações e pós-graduações em homeopatia como especialidade médica.

Os medicamentos homeopáticos são pílulas de açúcar que funcionam apenas como placebo.

Mito. Mesmo que o açúcar faça parte do processo de fabricação de medicamentos homeopáticos, ele serve apenas como condutor das substâncias terapêuticas.

É possível ser medicado sem o uso das bolinhas de açúcar, apenas ingerindo a forma líquida diretamente ou diluída em água.

Durante o tratamento homeopático tenho que aplicar restrições na alimentação?

Verdade. Em alguns casos pode ser indicado pelo homeopata que o paciente evite alguns tipos de bebidas ou alimentos que possam interferir na ação medicamentosa, como café, álcool, chás, alho e cebola.

Lembre-se: em caso de dúvidas, procure sempre ajuda de um profissional da saúde de sua confiança e nunca se automedique. 

Cuide-se!

Como a Homeopatia Cura?

Neste artigo iremos abordar questões relacionadas à atuação dos medicamentos homeopáticos no organismo para podermos entender melhor como a homeopatia cura. Confira!

A homeopatia é um método terapêutico e uma prática médica e filosófica baseada no conceito de que o corpo é capaz de curar a si mesmo. Assim sendo, os preceitos homeopáticos buscam a cura através de medicamentos produzidos com substâncias naturais.

Elaborada no final do século XVIII pelo médico alemão Christian Friedrich Samuel Hahnemann, a homeopatia é uma das formas de tratamento mais praticadas e reconhecidas em todo planeta.

A cura pela homeopatia se dá pelo seu sistema de tratamento que contempla diferentes elementos e três principais agentes: o paciente e suas características individuais, o medicamento (sua forma de produção e composição) e o médico com sua abordagem e conceitos.

Múltiplas pesquisas científicas e avaliações, aliadas a uma formação crítica dos diversos profissionais da área, contribuíram para a evolução da prática e do tratamento homeopático quando comparados a outros métodos terapêuticos, tradicionais ou alternativos, que fazem parte dos sistemas de saúde.

Assim que uma enfermidade acomete o organismo de uma pessoa, o corpo comunica o ataque por meio dos sintomas. A medicina tradicional foca em tratar esses sintomas na intenção de resolver o problema. Por outro lado, a homeopatia aplica uma abordagem diferente: buscar a origem da doença para poder tratá-la.

O ser humano é composto por uma série de fatores físicos, emocionais, mentais e sociais. Por isso, qualquer desequilíbrio em um desses âmbitos da vida de uma pessoa pode prejudicar sua saúde.

Como o medicamento homeopático atua no organismo?

Os medicamentos homeopáticos trabalham nas regiões afetadas pelas enfermidades e, ao mesmo tempo, estimulam o organismo a restaurar o equilíbrio perdido.

A homeopatia, portanto, pode ser aplicada como um tratamento auxiliar que não interfere nos tratamentos indicados pela medicina tradicional, com a vantagem adicional de não possuir contraindicações.

Portanto, a homeopatia é capaz de tratar tanto doenças agudas – que precisam de solução imediata – como as enfermidades crônicas, que demandam tratamentos mais longos.

O ponto principal é que independente do problema de saúde que um paciente enfrente, a homeopatia irá melhorar a resposta de seu sistema imunológico e de todo organismo.

Caso tenha qualquer dúvida, converse com o médico homeopata de sua confiança.

Homeopatia para os Problemas de Pele

Neste artigo iremos apresentar informações sobre como a homeopatia pode ajudar no combate aos problemas de pele. Confira!

A pele é um órgão que reflete exatamente o funcionamento geral do corpo. Considerar essa totalidade caracteriza a abordagem homeopática.

Para o homeopata, as lesões da pele são uma verdadeira linguagem do corpo, o modo específico segundo o qual um paciente reage. Assim, o aspecto dessas lesões é o fruto das reações imunológicas. Além disso, uma afecção na pele é um dos modos de expressão de uma reação global no organismo.

A consulta permite compartilhar com o paciente essa visão integral, com a indicação não só de um medicamento homeopático como de providências relacionadas à qualidade de vida e à prevenção de doenças.

A anatomia da pele

A função da pele é proteger o organismo das agressões do meio exterior, permitindo-lhe entrar em contato com esse meio. 

A pele é constituída por três camadas, uma camada externa fina – a epiderme -, outra camada, interna e mais espessa – a derme -, e outra camada ainda, mais profunda, a hipoderme.

A epiderme

Tem o papel de reforçar a função de proteção da pele. À sua superfície se encontra uma camada fina de células mortas, a camada córnea, para garantir a resistência e a impermeabilidade.

A epiderme é formada por três tipos de células: os queratinócitos (que produzem as proteínas resistentes, as queratinas); os melanócitos (que secretam as melaninas, pigmentos castanhos responsáveis pela cor da pele, dos cabelos e dos pelos); e as células de Langerhans (encarregadas de proteger o organismo contra as infecções).

A derme

Graças às fibras de colágeno e de elastinas que contém, a derme assegura a solidez, resistência e elasticidade da pele.

A hipoderme

É formada por células ricas em gordura (tecido adiposo) e contém as glândulas que secretam suor (glândulas sudoríparas) que têm a função de regular a temperatura do corpo e a hidratação da pele.

Os anexos da pele

São os pelos, os cabelos e as unhas.

Os pelos e os cabelos nascem na derme, atravessam a epiderme e deixam a pele através dos poros. Uma glândula sebácea pode estar anexada a um pelo, formando um folículo pilossebáceo. As unhas são formadas por várias camadas bem duras de queratina. Elas são contornadas por uma pele superficial que forma uma prega, a cutícula, a qual fecha hermeticamente as regiões internas.

Os problemas de pele e o tratamento alopático

A medicina atual conhece mais de 2.000 doenças de pele, que são agrupadas de acordo com sua causa. Entre as causas podemos citar: os agentes exteriores, como o frio e o calor (responsáveis pelas reações alérgicas), os fatores psicológicos (que agravam o eczema, causando psoríase, etc.), os distúrbios endocrinológicos (responsáveis pela acne), os distúrbios imunológicos (que estão na origem de afecções como o lúpus eritematoso ou a esclerodermia), os tumores benignos ou malignos, etc. 

Existem inúmeras possibilidades de tratar essas afecções tanto por via local como por via oral.

A via local

Muito utilizada, remedia apenas as áreas doentes com a ajuda de pomadas, cremes ou loções. Trata-se, conforme o caso, de medicamentos à base de corticosteróides (contra inflamações), de antibióticos locais (contra infecções: impetigo, furúnculos, acne, etc.), fungicidas (contra os fungos: candidíase, pitiríase, etc.), antivirais (contra o herpes) ou antiparasitários (contra a sarna e os piolhos).

Existem outros tipos de tratamentos locais: a cirurgia dermatológica (para erradicar um tumor) e as terapias locais para tratar lesões, cicatrizes e para extirpar pintas (laser para eliminar angiomas); raios ultravioleta para tratar as formas graves de psoríase e radioterapia (para certos tumores malignos da pele).

A via oral

Recorremos a este tipo de tratamento quando o medicamento indicado não se encontra disponível para uso local ou não é capaz de penetrar na pele, ou, ainda, quando a doença é causada por um mecanismo interno, apenas acessível a um medicamento administrado por via oral. Trata-se, de acordo com o caso, de remédios antialérgicos, antibióticos, anti-inflamatórios (corticosteróides ou não), etc.

O método homeopático

Hahnemann observou que algumas pessoas propensas a doenças agudas constantes pareciam estar sempre doentes. Em sua pesquisa, concluiu que devia haver algo que bloqueasse a cura da pessoa. 

Definiu, assim, três tipos de predisposições, a que chamou de “terrenos”: psórico (hipertrófico), sicótico e sifilítico ou destruidor. As doenças dermatológicas graves, que não serão abordadas aqui, constituem a parte mais frequente do terreno sifilítico.

O terreno psórico (psora)

As afecções que se manifestam nesse tipo de predisposição, em geral alérgicas, têm sua origem e se manifestam na superfície do corpo, mais frequentemente por meio de crises de um modo “centrífugo” (do centro para o exterior): tudo se passa como se o paciente quisesse expulsar sua doença e melhorasse depois espontaneamente. 

A pele fica vermelha e quente; os pequenos vasos da pele se dilatam, em parte sob a influência da histamina, substância liberada pelo organismo em reação à penetração de uma substância estranha (antígeno). A urticária e o eczema são exemplos de doenças que se manifestam no terreno psórico.

O terreno sicótico (sicose)

Neste aspecto não existe mais uma inflamação aguda como a alergia, mas uma inflamação crônica: o estímulo é persistente e a proliferação dos glóbulos brancos, uma resposta normal do organismo, que não consegue eliminá-la. A doença perde a tendência de “ferver” como nas doenças agudas, e passa a “construir”, a levantar um muro de defesa em torno de si mesma. A vitória da imunidade contra o intruso torna-se, portanto, difícil.

Essas lesões são observadas nas pessoas cujo sistema linfático funciona mal, e manifestam-se de um modo mais discreto do que as doenças dermatológicas agudas. Sua localização é menos superficial, e geralmente são mais graves do que as doenças agudas. Mais contidas, parecem não “explodir”, mas se encobrir por longo tempo. 

A personalidade dos pacientes também difere bastante: assim, a criança que sofre de psoríase, exemplo de doença que ocorre no terreno sicótico, é menos barulhenta, inquieta e extrovertida do que uma criança que sofre de eczema. Seu sofrimento é mais contido, assim como suas lesões.

Diagnóstico e Classificação

Na medicina alopática, o diagnóstico das doenças de pele é baseado essencialmente no exame clínico, complementado, se necessário, por outras investigações (exame ao microscópio de um excerto de pele, análise sanguínea, etc.). 

Cada doença de pele se manifesta por sinais peculiares, que são decompostos em lesões elementares, como eritemas, vesículas e placas. Eventualmente essas lesões podem aparecer simultaneamente.

Na homeopatia, o exame clínico é o primeiro passo para uma investigação necessariamente profunda, já que essa forma de medicina pretende curar o paciente tratando-o em sua totalidade.

Assim sendo, a prescrição dos medicamentos homeopáticos para o tratamento de problemas de pele depende bastante das questões físicas e psicológicas particulares de cada paciente. Para fortalecer a imunidade dos indivíduos e restaurar a homeostase orgânica é, portanto, necessário fazer o acompanhamento com um médico homeopata de sua confiança.

Evite a automedicação.

Referência Bibliográfica: SERVAIS, Dr. Philippe M. (org.). Larousse da Homeopatia. São Paulo: Larousse do Brasil, 2002.