A homeopatia tem ação lenta?

Neste artigo iremos explicar porque não é correto afirmar que a homeopatia tem ação lenta. Vale a leitura!

Algumas pessoas consideram que não devem recorrer ao tratamento homeopático, alegando que seu efeito é muito lento e que se faz necessário tomar medicamentos a cada meia hora, cumprindo rigorosamente os horários e que ainda por cima não é permitido tomar café ou comer carne.

Naturalmente, todas essas crenças estão erradas.

A homeopatia está baseada fundamentalmente na Lei dos Semelhantes, o que significa que substâncias que em doses tóxicas provocam determinada sintomatologia em um organismo saudável, em doses homeopáticas têm efeito curativo sobre o paciente com a mesma sintomatologia.

Dessa forma, o médico homeopata necessita fazer um bom estudo de cada paciente, analisando todos seus sintomas, individualizando cada caso, com o objetivo de encontrar o medicamento adequado.

É apenas através desta avaliação global que podemos realizar uma prescrição homeopática adequada, a qual terá como efeito a melhoria da saúde do paciente.

Inclusive, há casos em que uma dose de apenas um medicamento é o suficiente para fazer desaparecer todas as queixas do paciente.

Nos casos das enfermidades agudas, como a amigdalite ou broncopneumonia, os recursos homeopáticos fazem com que o paciente se restabeleça em pouco tempo, podendo variar o período de recuperação entre algumas horas até vários dias, de acordo com a enfermidade em questão e a gravidade do quadro.

As enfermidades crônicas, por sua vez, são aquelas que se arrastam por muito tempo, desde meses até anos, como por exemplo a amigdalite crônica, a bronquite, a enxaqueca, etc. 

Muitos pacientes passam anos e anos tomando analgésicos, corticoides e outras drogas. Agora, se esses medicamentos tivessem efeitos curativos rápidos, não seria necessário tomá-los durante tantos anos seguidos.

Então, se uma pessoa que há anos toma tais drogas alopáticas diariamente necessita passar alguns meses em tratamento homeopático para reequilibrar sua saúde e não precisar mais medicar-se, é possível afirmar que a homeopatia tem ação lenta?

No que diz respeito a parte da alimentação, definitivamente cada um deve saber como se alimentar de forma correta, de acordo com seus problemas de saúde, procurando evitar os excessos para alcançar um melhor restabelecimento da saúde. Porém, não será por comer carne ou tomar café que o remédio homeopático deixará de fazer efeito.

Lembre-se sempre de procurar auxílio médico especializado e nunca se automedique.

6 fatos sobre a homeopatia veterinária

Neste artigo você irá conhecer 6 fatos sobre a homeopatia veterinária. Confira!

Antes de mais nada, é importante ressaltar que os mesmos princípios, leis e fundamentos que se aplicam à homeopatia humana também são válidos para a homeopatia com animais.

Assim sendo, a homeopatia veterinária trata o paciente em sua totalidade e busca uma abordagem terapêutica menos agressiva ao organismo, sem toxicidade e dedicada a restabelecer o equilíbrio homeostático do animal.

Fatos sobre a homeopatia veterinária

Homeopatia auxilia no tratamento de pulgas e carrapatos

O controle de pulgas e carrapatos pode ser realizado com auxílio da homeopatia, sem precisar utilizar venenos.

Principalmente quando os animais possuem limitações orgânicas, como problemas nos rins ou fígado, a homeopatia é a alternativa ideal para o tratamento e controle de ectoparasitas.

Homeopatia veterinária não demora para surtir efeito

A questão principal sobre esse tema é que na maioria dos casos os tutores procuram um veterinário especializado em homeopatia quando o animal já apresenta cronicidade da doença.

Dessa forma, o resultado do tratamento tende a ser demorado, porém isso não acontece por causa do método terapêutico e, sim, devido ao quadro clínico do paciente.

Homeopatia contribui para a imunidade do animal

Quando estudamos as causas das doenças existem dois cenários comuns: um sistema imune fraco e ineficiente ou um sistema imune extremamente reativo.

Todavia, o mais importante é que o sistema imunológico opere em normalidade, respondendo de forma equilibrada às ameaças e é justamente nesse aspecto que a homeopatia pode ajudar.

Existe uma série de medicamentos homeopáticos que auxiliam na resposta imunológica do organismo dos animais, reduzindo o estresse oxidativo e colaborando para estabelecer a normalidade do sistema de defesa do corpo.

Homeopatia veterinária em casos cirúrgicos

Os recursos terapêuticos homeopáticos podem contribuir de forma decisiva na recuperação pós-operatória, diminuindo o risco de hemorragias, garantindo uma boa cicatrização e auxiliando o paciente a sentir menos dor.

Animais com câncer

Nos casos em que animais são acometidos por algum tipo de câncer, a homeopatia desempenha papel fundamental no aumento da qualidade de vida do paciente. Auxilia no suporte imunológico, na melhora da absorção dos nutrientes pelo intestino, aumenta o apetite e diminui os efeitos colaterais do tratamento quimioterápico.

Dignidade para pacientes terminais

Para animais com doenças em estágio terminal, a homeopatia é de grande valia.

Os medicamentos homeopáticos buscam melhorar a qualidade do sono, o controle da dor, garantir mais tranquilidade e minimizar o sofrimento do paciente.

A homeopatia tem como princípio sempre contribuir para melhorar as condições de vida do paciente.

O ponto central do tratamento com homeopatia veterinária é garantir os cinco pilares do bem-estar animal: poder saciar fome e sede; viver livre de dor, estresse e medo; além de ter liberdade para expressar o comportamento natural da espécie.

Lembre-se sempre de consultar um médico veterinário especializado em homeopatia caso tenha alguma dúvida.

Os benefícios dos óleos essenciais

Os óleos essenciais têm ganhado cada vez mais espaço nas áreas da saúde, principalmente farmacêutica e cosmética. Eles são substâncias voláteis e de alta concentração, produzidos a partir de diferentes partes das plantas, como flores, frutos, sementes, caules, raízes, etc.

Especialistas em saúde integrativa que compõem os quadros da Universidade da Califórnia afirmam que os óleos essenciais, como o próprio nome diz, carregam a essência das plantas e cada uma delas possui uma composição química própria que torna seu aroma, absorção e efeitos únicos.

São esses líquidos que oferecem proteção contra ataques de pragas e insetos, além de contribuírem para a polinização.

Os óleos essenciais são bastante complexos, podendo reunir centenas de substâncias. Tais compostos são objeto de estudo de diferentes áreas do conhecimento e mais de 3 mil deles já foram catalogados. Eles possuem relevante importância, pois são a matéria-prima de diferentes produtos farmacêuticos, alimentícios e cosméticos.

Sendo assim, eles podem ser utilizados como flavorizantes e corantes de alimentos, na fabricação de medicamentos e como recurso terapêutico na aromaterapia.

Existem pesquisas encabeçadas pela Universidade Estadual de Campinas que estudam as propriedades antimicrobianas dos óleos essenciais. Como explica uma das pesquisadoras, os estudos tiveram início por causa da resistência de determinadas bactérias aos antibióticos já conhecidos.

Como resultado da pesquisa foi criada uma micropartícula voltada para a suinocultura, capaz de estimular o crescimento dos animais e protegê-los de doenças bacterianas.

Óleos essenciais e aromaterapia

A aromaterapia é um método terapêutico que emprega partículas liberadas por distintos óleos essenciais para estimular áreas do cérebro humano e auxiliar pacientes no alívio da ansiedade, insônia, resfriados e asma.

A aromaterapia contribui também para uma melhora geral do bem-estar e no fortalecimento do sistema imunológico.

É importante ressaltar que mesmo que esse tipo de terapia utilize produtos naturais, é recomendado buscar a orientação de naturopatas, homeopatas ou outros profissionais especializados, para identificar qual o óleo essencial ideal para o tratamento de cada caso.

Existem diferentes formas de utilizar os óleos essenciais e as mais comuns são:

  • inalações;
  • aromatizadores;
  • sprays;
  • evaporação;
  • banhos;
  • vaporização;
  • massagem.

É fundamental sempre utilizar óleos essenciais biológicos certificados, a fim de impedir a inalação de pesticidas e compostos químicos que podem prejudicar o organismo.

Cuidar da saúde física e mental deve ser uma prioridade, sempre.

O que são os florais de Bach?

Os florais de Bach foram criados entre os anos 20 e 30 do século XX pelo médico inglês Edward Bach. 

Em suas pesquisas como patologista, ele sentia grande insatisfação ao perceber como a prática médica da época focava apenas no tratamento das doenças, sem buscar a cura do indivíduo em sua totalidade.

No intuito de contribuir com melhorias sobre o entendimento das doenças e os métodos terapêuticos disponíveis, Bach passou a trabalhar embasado em uma visão holística que priorizava o tratamento integral do paciente e não somente os sintomas.

Dessa forma, o médico desenvolveu uma alternativa terapêutica com o uso de essências florais medicinais capazes de restituírem o equilíbrio entre corpo e mente de seus pacientes.

Edward Bach dedicou-se por quase duas décadas à análise e estudo de ervas e plantas e, finalmente, definiu um sistema de 38 essências florais, que foram batizados mais tarde em sua homenagem: Florais de Bach.

Como resultado de sua pesquisa o médico e cientista deixa evidente seu entendimento de que o bem-estar emocional é componente fundamental para a saúde geral do organismo e como a personalidade e as atitudes das pessoas afetam sua vitalidade e desencadeiam diferentes tipos de doenças.

Os estudos de Bach também levaram-no a concluir que a abordagem terapêutica precisa ser individualizada, pois ele percebeu em suas investigações que diferentes organismos afetados pelas mesmas enfermidades reagiam de forma distinta a tratamentos iguais.

É interessante ressaltar que Edward Bach surpreendeu-se ao constatar que Samuel Hahnemann, o pai da homeopatia, já havia destacado 150 anos atrás a importância da personalidade do paciente para o desenvolvimento de determinadas doenças e seus respectivos tratamentos.

Como funcionam os florais de Bach

A terapia feita com florais de Bach baseia-se na utilização de 38 tipos de essências completamente naturais e sem nenhuma contraindicação.

Essas extrações essenciais de diferentes plantas auxiliam as pessoas a reconhecerem, aceitarem e trabalharem suas emoções de melhor forma para que sua saúde física e mental não fiquem em desequilíbrio.

Portanto, quando o indivíduo é acometido pelo medo, é necessário que trabalhe a coragem; no caso de uma pessoa que vive sob constante estresse, o indicado é que ela desenvolva as habilidades emocionais necessárias para relaxar corpo e mente.

Restabelecer o equilíbrio emocional dos pacientes para que sua saúde melhore é o principal objetivo da terapia floral.

Os 38 florais de Bach são divididos em 7 categorias de acordo com o grupo de sentimentos que representam: 

  • Medo;
  • Insegurança;
  • Perda de interesse;
  • Solidão;
  • Sensibilidade aumentada;
  • Desesperança;
  • Preocupação.

Dentro de cada categoria há diferentes tipos de essências indicadas para situações e sentimentos específicos. 

Diferentes questões ou acontecimentos podem causar alterações e desequilíbrios emocionais distintos, o que às vezes faz com que sejam receitados mais de um floral para determinados tratamentos.

Por isso, é fundamental consultar um terapeuta floral especializado antes de iniciar o uso das essências e ter em mente que os florais devem ser utilizados como complementos aos métodos terapêuticos tradicionais. Seguir as orientações dos profissionais de saúde é imprescindível.

A homeopatia pode ajudar a parar de fumar?

Neste artigo iremos tratar sobre a homeopatia como aliada das pessoas que querem parar de fumar. Confira!

Abandonar o tabagismo não é tarefa fácil, principalmente por causa dos sintomas da abstinência. 

Eles acontecem porque a nicotina e outras substâncias tóxicas presentes no cigarro causam dependência química. Como resultado, é normal que pessoas que estejam tentando parar de fumar fiquem ansiosas, irritadas e, até mesmo, agressivas.

É exatamente no tratamento desses sintomas que a homeopatia pode ajudar.

Ainda que esse hábito traga uma sensação de bem-estar para os tabagistas, não é novidade para ninguém que o cigarro faz mal à saúde. Entre seus componentes estão substâncias cancerígenas e aterogênicas (que prejudicam o sistema cardiovascular).

Sendo assim, fumar é um fator de risco para câncer de boca, pulmão, laringe, mama, bexiga, entre outros. Fumantes também têm maiores chances de sofrer infarto do miocárdio, acidente vascular cerebral e outros tipos de complicações.

Qual a melhor homeopatia para parar de fumar?

Segundo a literatura homeopática existem alguns medicamentos que podem realmente ajudar quem deseja parar de fumar, como Nux vomica, Lobelia inflata, Gelsemium Caladium e Plantago.

Porém, a escolha da homeopatia ideal para auxiliar alguém a abandonar o tabagismo vai depender das particularidades do indivíduo em questão. Quais sintomas de abstinência ele apresenta? Quais padrões comportamentais estão ligados ao vício? Quais são seus traumas e vivências?

Dessa forma, somente um médico homeopata é capaz de indicar o medicamento adequado para cada caso. Nunca se automedique. 

Caso você queira parar de fumar busque ajuda de profissionais capacitados. 

A Injectcenter está sempre à sua disposição. 

Homeopatia e Medicina Esportiva

No artigo a seguir você encontrará informações sobre como a homeopatia e medicina esportiva podem caminhar juntas. Confira!

A homeopatia tem reunido conhecimento prático e teórico suficiente sobre a atividade física para ter um bom entendimento do meio esportivo, isto é, dos comportamentos físicos, psicomotores, sociais e afetivos próprios dos esportistas.

A avaliação homeopática

A homeopatia é adequada para todo tipo de esportista: crianças e adolescentes que estudam, pessoas que praticam esporte como recreação ou atletas.

  • As condições da eficácia

O tratamento homeopático não dispensa certos cuidados elementares, que devem ser tomados para evitar problemas futuros. É importante fazer um aquecimento antes de iniciar qualquer atividade física, assim como um alongamento ao final. Além disso, tomar bastante água e ter uma alimentação variada, incluindo legumes, verduras, frutas e cereais.

Também é indispensável realizar avaliação física com profissionais da saúde especializados antes de iniciar qualquer prática esportiva.

  • A importância da visão integral

Como sempre, o médico deve considerar o paciente como um todo, ainda que focando o problema médico que motivou a consulta. Ele deve reter os sintomas físicos ou psíquicos cujas características sejam anormais, estranhas, e que ocorram apesar de um bom preparo físico.

  • O lado psicológico

Por conta de sua visão global, a homeopatia é particularmente indicada no tratamento de distúrbios psicológicos consequentes da prática esportiva, sejam eles problemas de resistência ou decorrentes de um estado mental, como, por exemplo, a fixação numa derrota (recente ou antiga). Sempre graças a essa visão global, a homeopatia pode ajudar o paciente a “escutar melhor seu corpo”, ajudando a evitar acidentes e derrotas.

  • A consulta homeopática

Como em toda consulta homeopática, o médico fará uma série de perguntas ao paciente e um exame clínico, seguido de exames complementares, se for necessário (ultrassonografia, exames de sangue, etc.).

  • A análise do paciente

O homeopata fará uma série de perguntas a fim de individualizar os sintomas “homeopáticos”, que permite determinar o medicamento adequado. As perguntas não se limitarão à prática esportiva atual do paciente, mas irão recuperar seus antecedentes patológicos, sejam quais forem, ainda que não tenham relação aparente com o motivo da consulta.

É frequente encontrar num paciente a associação de diversas enfermidades, relacionadas ou não à sua atividade, sendo que uma pode explicar a outra ou permite antever uma vulnerabilidade particular e global do esportista.

  • Os limites da automedicação

Em certos casos, é possível automedicar-se com homeopatia para tratar uma lesão provocada pela prática de um esporte (hematoma ou distensão, por exemplo).

Porém, é preciso considerar que um tratamento desse tipo tem apenas resultado pontual, de menor precisão.

A cura duradoura e profunda pressupõe uma abordagem mais profissional da metodologia, que só um tratamento médico pode dar. 

Lembre-se de priorizar sempre a sua saúde. Caso tenha dúvidas, busque auxílio de médicas ou médicos de sua confiança.

Referência Bibliográfica: SERVAIS, Dr. Philippe M. (org.). Larousse da Homeopatia. São Paulo: Larousse do Brasil, 2002.

O que significa a febre?

Neste artigo explicaremos melhor a febre e seus mecanismos. Confira!

O indivíduo em seu estado normal, mantém uma temperatura corporal média de 37 ºC, quaisquer que sejam as condições externas. Essa regulação perfeita da temperatura é sustentada por um termostato biológico localizado no hipotálamo.

Situado na base do cérebro, o hipotálamo reage de acordo com as informações recebidas do sistema nervoso e sanguíneo para corrigir as possíveis variações com auxílio das próprias vias nervosas e hormonais.

A febre, portanto, consiste em um aumento da temperatura do corpo, rompendo seu equilíbrio normal, como resultado das alterações provenientes das mensagens enviadas ao hipotálamo.

Como a febre é produzida?

Na maioria dos casos, o ponto de partida para a indução da febre é a presença de microrganismos nocivos – bactérias, fungos, vírus, etc. – no interior do corpo dos pacientes.

A invasão desses pequenos agentes tem como consequência o ataque por parte dos glóbulos brancos (leucócitos) do hospedeiro aos microrganismos invasores.

Os glóbulos brancos agridem os agentes patogênicos, consumindo-os posteriormente e durante esse processo os leucócitos liberam proteínas de baixo peso molecular, chamadas Pirogênios endógenos. Tais proteínas atuam no termostato hipotalâmico, induzindo o aumento da temperatura corporal e causando a febre.

Estudos demonstram que a febre moderada tem a função de proteger o organismo, pois ao aumentar a temperatura do corpo, o desenvolvimento dos agentes patogênicos é dificultado.

Há mais de 200 anos, diversos homeopatas defendem que febres baixas e moderadas podem estimular o mecanismo de defesa do corpo e auxiliar no processo de convalescência e cura do paciente.

A febre não é uma enfermidade que precisa ser combatida de forma sistemática, como muitas vezes sugere a mídia. O mais importante é acompanhar de forma ativa os quadros febris, monitorando a temperatura corporal e, caso haja necessidade, administrar antipiréticos.

Via de regra, o uso de medicamentos para febre são indicados em 3 situações:

  • temperatura axilar maior que 40 graus –  para proteger o termostato hipotalâmico;
  • para alívio de dores e mal-estar severo – visando o conforto do indivíduo;
  • caso haja histórico de convulsão febril – para bebês e crianças.

É válido ressaltar que a convulsão febril acomete apenas 1% a 3% das crianças, sendo essa porcentagem correspondente àquelas que possuem pré-disposição e um limiar sensível ao estresse febril.

Dessa maneira, é fundamental termos em mente que quando uma pessoa apresenta quadro febril, significa que seu organismo está indicando a necessidade de investigar qual parte dele está enferma e causando o desequilíbrio homeostático.

Logo, os medicamentos corretos devem ser escolhidos para curar essa alteração e, assim, pôr fim à febre.

Procure profissionais homeopatas de sua confiança caso tenha qualquer dúvida.

A saúde é nosso bem mais importante.

Caso seja necessário, entre em contato através do telefone ou e-mail, estamos sempre à disposição.

(16) 4009-9600 / 3624-1787 – injectcenterfarma@gmail.com