Homeopatia e Medicina Esportiva

No artigo a seguir você encontrará informações sobre como a homeopatia e medicina esportiva podem caminhar juntas. Confira!

A homeopatia tem reunido conhecimento prático e teórico suficiente sobre a atividade física para ter um bom entendimento do meio esportivo, isto é, dos comportamentos físicos, psicomotores, sociais e afetivos próprios dos esportistas.

A avaliação homeopática

A homeopatia é adequada para todo tipo de esportista: crianças e adolescentes que estudam, pessoas que praticam esporte como recreação ou atletas.

  • As condições da eficácia

O tratamento homeopático não dispensa certos cuidados elementares, que devem ser tomados para evitar problemas futuros. É importante fazer um aquecimento antes de iniciar qualquer atividade física, assim como um alongamento ao final. Além disso, tomar bastante água e ter uma alimentação variada, incluindo legumes, verduras, frutas e cereais.

Também é indispensável realizar avaliação física com profissionais da saúde especializados antes de iniciar qualquer prática esportiva.

  • A importância da visão integral

Como sempre, o médico deve considerar o paciente como um todo, ainda que focando o problema médico que motivou a consulta. Ele deve reter os sintomas físicos ou psíquicos cujas características sejam anormais, estranhas, e que ocorram apesar de um bom preparo físico.

  • O lado psicológico

Por conta de sua visão global, a homeopatia é particularmente indicada no tratamento de distúrbios psicológicos consequentes da prática esportiva, sejam eles problemas de resistência ou decorrentes de um estado mental, como, por exemplo, a fixação numa derrota (recente ou antiga). Sempre graças a essa visão global, a homeopatia pode ajudar o paciente a “escutar melhor seu corpo”, ajudando a evitar acidentes e derrotas.

  • A consulta homeopática

Como em toda consulta homeopática, o médico fará uma série de perguntas ao paciente e um exame clínico, seguido de exames complementares, se for necessário (ultrassonografia, exames de sangue, etc.).

  • A análise do paciente

O homeopata fará uma série de perguntas a fim de individualizar os sintomas “homeopáticos”, que permite determinar o medicamento adequado. As perguntas não se limitarão à prática esportiva atual do paciente, mas irão recuperar seus antecedentes patológicos, sejam quais forem, ainda que não tenham relação aparente com o motivo da consulta.

É frequente encontrar num paciente a associação de diversas enfermidades, relacionadas ou não à sua atividade, sendo que uma pode explicar a outra ou permite antever uma vulnerabilidade particular e global do esportista.

  • Os limites da automedicação

Em certos casos, é possível automedicar-se com homeopatia para tratar uma lesão provocada pela prática de um esporte (hematoma ou distensão, por exemplo).

Porém, é preciso considerar que um tratamento desse tipo tem apenas resultado pontual, de menor precisão.

A cura duradoura e profunda pressupõe uma abordagem mais profissional da metodologia, que só um tratamento médico pode dar. 

Lembre-se de priorizar sempre a sua saúde. Caso tenha dúvidas, busque auxílio de médicas ou médicos de sua confiança.

Referência Bibliográfica: SERVAIS, Dr. Philippe M. (org.). Larousse da Homeopatia. São Paulo: Larousse do Brasil, 2002.

A Consulta e o Diagnóstico na Medicina Homeopática

Durante a consulta, o médico homeopata procura conhecer o paciente como um todo. Ele se interessa tanto pelo problema que motivou a visita como pelas características físicas, emocionais e intelectuais da pessoa, que vão permitir a escolha do medicamento mais adequado.

Aprenda a descrever os seus sintomas

Para que o homeopata possa interpretar adequadamente os sintomas que você descreve, é indispensável que ele conheça todas as características deles. Por isso, a primeira coisa que o médico faz é propor várias perguntas relacionadas ao seu problema.

  • A localização

Indique ao médico a localização de seus problemas, a eventual extensão deles a outras partes do corpo, deslocamentos (do lado esquerdo ao lado direito do corpo, por exemplo), sua característica (difusa, ou ao contrário, bem circunscrita).

  • A descrição dos sintomas

Expresse o que você sente da forma mais simples possível. Se for uma dor, descubra como ela mais se parece: puxão, cãibra, estiramento, corte, pontada, picada, ardência, pressão, soco, molas, abalo, choque elétrico, batida, etc. Comente com o médico se sentir opressão no peito, falta de ar, tristeza, cansaço, etc.

Descreva também o modo (progressivo ou repentino) como esses sintomas aparecem e desaparecem.

  • As origens e o desencadeamento

Se puder, tente descobrir o fator que desencadeia os sintomas. Você notou se eles aparecem em condições meteorológicas específicas, após um esforço ou um período de fadiga, ou, ainda, logo depois de ter comido determinado alimento?

Os problemas apareceram depois de um acidente, doença, operação ou choque emocional (luto, medo, fracasso, etc.)? Você notou alguma ligação com a perda de líquidos (sangramentos, vômitos, diarreia, etc.)?

  • Fatores que modificam os sintomas

Um sintoma não ajuda necessariamente a estabelecer um diagnóstico, a menos que você indique em que circunstâncias ele se manifesta durante todo o tratamento.

Pergunte-se o que, regularmente, o desencadeia, agrava ou atenua:

  • hora em que apareceu ou piorou e a periodicidade (o sintoma surge a cada duas horas, um dia sim, outro não, etc.);
  • as condições climáticas;
  • movimento ou imobilidade, posição do corpo (em pé, sentado, deitado, etc.);
  • pressão, aplicação de calor ou frio; 
  • esforços intelectuais ou físicos;
  • lugar (em espaço fechado ou ao livre, etc.);
  • contato com os outros: como você reage quando está acompanhado ou sozinho, quando há ruído, risadas, música? Como reage ao fracasso e às emoções?
  • alimentação;
  • fases do ciclo menstrual na mulher, relações sexuais.
  • Fatores concomitantes ou alternados

Mesmo que aparentemente não haja nenhuma relação lógica, descreva os sintomas que se manifestam pouco antes, durante ou logo depois de um acidente ou de uma ocorrência física. Por exemplo: “bocejos e suspiros depois de uma queda”, “acessos de tosse antes de espirrar”, “uma fome imperiosa durante uma dor”, etc.

Note também seu humor, durante a manifestação do sintoma, e antes e depois dela. Por exemplo: “Eu, que geralmente sou calado, não paro de tagarelar antes das minhas dores de cabeça.” Os sintomas que se alternam com o problema que motivou a consulta também são importantes para fazer um diagnóstico. Por exemplo: “Quando tenho bronquite, não sinto mais meu reumatismo.” 

As características individuais

Uma vez precisados os motivos da consulta, o médico vai procurar conhecer você melhor por meio de diferentes perguntas sobre seu estado de saúde passado e presente, suas reações, emoções, etc. Assim como as peças de um grande quebra-cabeça, essas informações vão ajudá-lo a traçar um retrato seu. Cada médico tem seu modo de proceder, mas, seguramente, a maioria deles vai abordar os diferentes assuntos expostos a seguir.

  • Sua história
  • Que problemas sérios de saúde seus pais e avós tiveram?
  • Que eventos marcaram a gravidez de sua mãe quando ela esperava você?
  • Como foi sua vinda ao mundo (parto natural, fórceps, cesariana, etc.) e como foram seus primeiros meses de vida (doenças, falta de apetite, perturbações do sono, etc.)?
  • Quais foram os fatos marcantes de sua infância (aprender a andar, a falar, a se limpar, comportamentos peculiares, etc.)?
  • Quais são os seus antecedentes médicos (doenças, tratamentos, cirurgias, etc.)
  • Você faz algum tratamento? Qual?
  • As reações gerais do seu organismo
  • Em que momentos do dia você se sente em forma, ou, ao contrário, menos disposto?
  • Como você qualificaria sua alimentação? Tem desejo ou aversão por algum alimento?
  • Quais são as suas reações às condições climáticas, aos odores, à luz, aos lugares?
  • Descreva a sua transpiração (localização, frequência, odor). 
  • Que situações lhe dão arrepios?
  • Poderia descrever seu ciclo menstrual (o que ocorre durante a menstruação, e antes e depois dela)?

É comum que padrões e hábitos do sono, assim como o estado psíquico e do humor do paciente também sejam investigados pelo homeopata. Por isso, fale sem receios e compartilhe as informações necessárias. Não hesite em dizer tudo, incluindo as questões que o intrigam, as que você acha pouco importantes e até aquelas que parecem ridículas. 

A cura pela homeopatia pressupõe que a pessoa aceite se conhecer melhor, se debruçar sobre o passado e expressar fatos ou sensações que, aparentemente, às vezes não têm nada a ver com o motivo da consulta.

Muitas características de sua personalidade, comportamento e reações podem ser valiosas, mesmo se você considerá-las insignificantes, pois, afinal, você convive com elas há muitos anos. Embora não pareçam ser importantes, frequentemente elas fornecem a chave para o homeopata encontrar o medicamento mais adequado para você.

Referência Bibliográfica: SERVAIS, Dr. Philippe M. (org.). Larousse da Homeopatia. São Paulo: Larousse do Brasil, 2002.

O que significa a febre?

Neste artigo explicaremos melhor a febre e seus mecanismos. Confira!

O indivíduo em seu estado normal, mantém uma temperatura corporal média de 37 ºC, quaisquer que sejam as condições externas. Essa regulação perfeita da temperatura é sustentada por um termostato biológico localizado no hipotálamo.

Situado na base do cérebro, o hipotálamo reage de acordo com as informações recebidas do sistema nervoso e sanguíneo para corrigir as possíveis variações com auxílio das próprias vias nervosas e hormonais.

A febre, portanto, consiste em um aumento da temperatura do corpo, rompendo seu equilíbrio normal, como resultado das alterações provenientes das mensagens enviadas ao hipotálamo.

Como a febre é produzida?

Na maioria dos casos, o ponto de partida para a indução da febre é a presença de microrganismos nocivos – bactérias, fungos, vírus, etc. – no interior do corpo dos pacientes.

A invasão desses pequenos agentes tem como consequência o ataque por parte dos glóbulos brancos (leucócitos) do hospedeiro aos microrganismos invasores.

Os glóbulos brancos agridem os agentes patogênicos, consumindo-os posteriormente e durante esse processo os leucócitos liberam proteínas de baixo peso molecular, chamadas Pirogênios endógenos. Tais proteínas atuam no termostato hipotalâmico, induzindo o aumento da temperatura corporal e causando a febre.

Estudos demonstram que a febre moderada tem a função de proteger o organismo, pois ao aumentar a temperatura do corpo, o desenvolvimento dos agentes patogênicos é dificultado.

Há mais de 200 anos, diversos homeopatas defendem que febres baixas e moderadas podem estimular o mecanismo de defesa do corpo e auxiliar no processo de convalescência e cura do paciente.

A febre não é uma enfermidade que precisa ser combatida de forma sistemática, como muitas vezes sugere a mídia. O mais importante é acompanhar de forma ativa os quadros febris, monitorando a temperatura corporal e, caso haja necessidade, administrar antipiréticos.

Via de regra, o uso de medicamentos para febre são indicados em 3 situações:

  • temperatura axilar maior que 40 graus –  para proteger o termostato hipotalâmico;
  • para alívio de dores e mal-estar severo – visando o conforto do indivíduo;
  • caso haja histórico de convulsão febril – para bebês e crianças.

É válido ressaltar que a convulsão febril acomete apenas 1% a 3% das crianças, sendo essa porcentagem correspondente àquelas que possuem pré-disposição e um limiar sensível ao estresse febril.

Dessa maneira, é fundamental termos em mente que quando uma pessoa apresenta quadro febril, significa que seu organismo está indicando a necessidade de investigar qual parte dele está enferma e causando o desequilíbrio homeostático.

Logo, os medicamentos corretos devem ser escolhidos para curar essa alteração e, assim, pôr fim à febre.

Procure profissionais homeopatas de sua confiança caso tenha qualquer dúvida.

A saúde é nosso bem mais importante.

Caso seja necessário, entre em contato através do telefone ou e-mail, estamos sempre à disposição.

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Terapia Neural

A terapia neural pode não ser muito conhecida, entretanto os fundamentos desse método são estudados há mais de um século.

Incontáveis cientistas e médicos pesquisaram incansavelmente sobre o sistema nervoso do corpo humano, suas particularidades e funcionamento, bem como os efeitos de anestésicos locais nessa rede neural interligada para o tratamento de enfermidades. Até que em 1928, os irmãos Huneke lançaram as premissas da Terapia Neural, que influenciam e guiam terapeutas e pacientes nos dias atuais.

Terapia Neural e o Sistema Nervoso Vegetativo

A terapia neural visa a metabolização das irritações do sistema nervoso vegetativo (SNV) que são possíveis geradoras de determinados sintomas e doenças.

O SNV está presente em todo o corpo e tem como principal função a preservação da homeostase – o equilíbrio do organismo. Para tanto, controla a temperatura corporal, os processos digestivos, as funções respiratórias, além de ser responsável por aspectos da circulação sanguínea como a frequência cardíaca e a pressão arterial.

O SNV conduz nosso corpo pelas inter-relações com o ambiente, quando por exemplo apresentamos tremores, constrição de vasos sanguíneos e arrepios em situação de frio extremo. Dessa forma, o organismo é capaz de gerar calor e diminuir o gasto energético a fim de manter a temperatura corporal e garantir a sobrevivência.

Como o sistema nervoso vegetativo é totalmente interconectado, é possível que uma irritação em determinada parte do corpo traga consequências para todo a rede neural, que sofre modificações no intuito de se adaptar às condições adversas.

Isso explica porque as fibras nervosas ao redor de um dente prestes a nascer podem ficar irritadas e causar uma febre como reação, ou como depois de cirurgias invasivas é provável que dores em articulações se manifestem em locais do corpo distantes do foco da intervenção cirúrgica.

O principal objetivo do profissional que trabalha com terapia neural é identificar em que parte do organismo do paciente existe uma fibra nervosa irritada, encontrar os possíveis motivos para essa condição e depois estimular sua reparação para devolver ao organismo seu equilíbrio e plena funcionalidade.

O terapeuta neural busca dados e fatos importante sobre a vida do paciente, as intervenções odontológicas e cirúrgicas já realizadas e o histórico de infecções recorrentes.

Exames físicos, com inspeção e palpação podem ajudar a identificar as regiões em que há alterações no SNV, como áreas dolorosas, lesões na pele, ausência de pelos e atrofias.

Radiografias panorâmicas também pode ser feitas para trazer informações sobre a boca, região em que há grande incidência de irritações – aproximadamente 70% dos casos.

Os Campos Interferentes

As áreas em que existem irritações que podem causar sintomas em regiões distantes de sua origem são conhecidas como campos interferentes.

Os campos interferentes mais comuns estão na boca: dentes infectados, sisos mal posicionados ou inclusos e cistos apicais. Tais focos irritativos podem desencadear o aparecimento de dores no joelho ou crises de enxaqueca, por exemplo.

Também as cicatrizes muitas vezes configuram campos interferentes, afinal constituem interrupções nos circuitos neurais associadas muitas vezes a memórias traumáticas – cicatrizes de cesariana, cirurgia de apêndice, vacinas, queimaduras e até tatuagens.

O Tratamento na Terapia Neural

O tratamento na terapia neural, portanto, depende da identificação dos possíveis campos interferentes e posterior aplicação de anestésicos locais em baixas concentrações nos locais indicados.

Importante ressaltar que o efeito procurado com a injeção dessas substâncias não é o anestésico e sim o efeito elétrico que induz células a uma tensão de 290 mV que permite a repolarização e estabilização da membrana plasmática de células afetadas.

Lembre-se de procurar profissionais de confiança para orientação. Tire todas as dúvidas antes de tomar qualquer decisão.

Atenção: os medicamentos só podem ser vendidos com receita médica ou prescrição médica veterinária.

Você Já Ouviu Falar em Bioressonância?

A técnica de bioressonância pode ser novidade para a maioria da população brasileira e também para nossos profissionais da saúde. Entretanto, em países como Alemanha, Espanha, Portugal e Suíça, a bioressonância já está estabelecida há muitos anos e é praticada tanto por adeptos da medicina convencional, quanto por simpatizantes das inúmeras práticas terapêuticas complementares.

Estimativas apontam que mais de oito mil terapeutas espalhados por todo continente europeu utilizam os recursos oferecidos pela bioressonância, sendo que 75% deles são clínicos da medicina tradicional.

Na China, a maioria dos hospitais pediátricos adota os métodos dessa técnica, e na Austrália e Reino Unido cada vez mais pessoas se interessam pelo tema. No Brasil, todavia, ainda há uma considerável resistência por parte das vertentes mais conservadoras, mesmo com um número cada vez maior de resultados positivos provenientes dos tratamentos realizados por intermédio da bioressonância.

Contudo, você deve estar se perguntando: o que é e para que serve a bioressonância?

E é justamente neste artigo que apresentaremos as respostas. Confira!

O que é Bioressonância?

A Bioressonância Quântica Magnética (ou simplesmente Bioressonância) é um método capaz de realizar avaliações físicas e check-up’s de sistemas orgânicos por intermédio da ressonância das ondas de luz, digitalização e detecção do estado funcional do corpo humano. Com essa técnica de análise avançada, não invasiva e totalmente indolor, é possível rastrear gradativamente as anomalias e disfuncionalidades de células, moléculas, tecidos, cromossomos e órgãos inteiros para que possam ser tratadas de forma holística e apropriada. 

A bioressonância é fundamentada em princípios similares aos da acupuntura, terapia que surgiu há mais de cinco mil anos na China e que utiliza agulhas e outros instrumentos para a liberação de substâncias químicas no organismo dos pacientes e, assim, promover efeitos analgésicos e anti-inflamatórios.

Portanto, a premissa de poder identificar e gerenciar modificações bioquímicas no organismo dos pacientes é baseada nos conhecimentos orientais sobre os meridianos de energia do corpo e como desbloquear e harmonizar os pontos que estejam em desequilíbrio.

Foi em 1950, que um médico alemão chamado Dr. Reinholt Voll, desenvolveu uma técnica que possibilitou a monitoração eletrônica dos pontos de energia do corpo humano apresentados há tanto tempo pela acupuntura. 

Com auxílio de equipamentos de medição de ondas eletromagnéticas, Dr. Voll conseguiu observar as características elétricas dos meridianos e percebeu que nas diferenças da resistência elétrica da pele podemos encontrar informações de fundamental importância sobre os órgãos do corpo humano e identificar desequilíbrios biofísicos em estado inicial.

Em outras palavras, o exame de bioressonância possibilita a identificação e interpretação da frequência eletromagnética de partes do organismo ou do corpo como um todo. Afinal, estudos biofísicos demonstram que cada órgão possui uma frequência própria e identificável, que pode estar em equilíbrio – homeostase – ou em desequilíbrio osmótico. Pensamentos, emoções, parasitas indesejáveis, sons, nutrientes, minerais e até cores podem, juntos ou de maneira separada, contribuir para o desequilíbrio orgânico e consequente adoecimento dos indivíduos.

A partir do diagnóstico realizado pelos profissionais especializados em bioressonância, é possível elencar as possibilidades de tratamento que correspondam de forma mais assertiva às particularidades de cada quadro clínico.

Lembre-se: em caso de dúvidas, procure os profissionais da saúde de sua confiança para ajudar a resolvê-las. Cuide da saúde e faça do seu bem-estar uma prioridade. 

Entre em contato através do telefone ou e-mail e solicite o seu orçamento:

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Viscum Album Injetável

O Viscum album Injectcenter atua como auxiliar no tratamento do câncer, linfoma, leucemia crônica, tumor de cabeça e pescoço, do sistema nervoso, do sistema osteomuscular e doenças articulares, urogenital, câncer de mama, fígado e pâncreas, pele (melanoma e não melanoma), trato digestório, trato respiratório. Além disso, o Viscum é um auxiliar na insuficiência renal e uremia; auxilia na oxigenação dos tecidos cardíacos e na tonificação do coração para responder melhor ao stress e ao dano que a doença pode provocar.